Saturday, September 01, 2007

SENTIDOS








que o encanto do avant premier primaveril do Sul do Brasil aconchegue Corações além mar /Ipês... azaléias e, nos "dente-de-leão a ESPERANÇA semeadoras de eventos ...

afetuoso abraço, virgínia além mar


05 setembro 2007















Friday, April 13, 2007

Parir-se

"... a casa vivida não é uma caixa inerte. O espaço habitado transcende o espaço geométrico " (G. Bachelard)


Parir-se
Sua casa, sua casca //que ela não seja uma NOZ
verso trancafiado no peito casa sem janelas //ventre enfermo
escura bile, alheio cavalheiro ...
" Abre-te -Sésamo " !
Ao nós/escada ...trampolim
" Abre-te -Sésamo " !
voz do vento Temp´oral!
OIKOS"morada do desejo //suplica estudo não ao escudo
curiosidade infantil transgressão//arroubos de paixão
um fogo de dentro explodindo em busca de apreensão
"Abre-te Sésamo "
ecoando a lógica ...!
verso trancafiado no peito
casa sem janelas // ventre enfermo
escura bile, alheio cavalheiro ...
"Abre-te Sésamo " !
as asas já não cabem na casca d´ovo
primeiros gritos// sorve o medo //espreme a crosta
passa mão no dorso, eis que habita em si tesouro !
Arde em festa morada do sol//ventre livre
anéis rubis ...//grito explora casa, jardim ,senhora
Eis-te aqui tua casa bem maior
teu corpo extenso abrange florestas, rio e mar
avança o desejo ao céu// romper com as casacas
criar asas//copiar estrelas//semear amanhãs
renascer !
virgínia além mar 01 abril 2007
"é um verdadeiro cosmos " ( sobre a CASA /G.Bachelard )
Imagem > Salvador Dali

Saturday, March 31, 2007

Ausencias- Dia Mundial da ÁGUA


Imagem - A criação domundo pintura 1500 boschDelight


Dia Mundial da ÀGUA 
            *virgínia fulber






Água a pastorear

ansiosa a suprir nascentes
a sarar desejos febris
a percorrer o leito sem dono
o peito desnutrido
o berço em abando


Água flecha dos destinos
sangue das rochas
leite das pedras
semente da grotas

Água batismo dos crentes
lava pecado injúrias promessas de ausentes
retorna apesar do esquecimento...
fervente és promessa nos embriões

Água dos olhos espelham estrelas
desejo de navegar
entre as melenas das ondas
e vendavais...


Água
só os secos olhares esquecem de ti
pois já ausentes de si


    * virgínia fulber  - março 2007*


22-03 DIA MUNDIAL DA ÁGUA - No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água”

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
 
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Imagem - A criação domundo  pintura 1500 boschDelight

Thursday, March 22, 2007

Aquosidades dia Mundial das Águas


imagem Vênus Ponpéia

Água a pastorear anseios
a suprir nascentes
a sarar desejos febris
a percorrer o leito sem dono
o peito desnutrido
o berço em abando
Água flecha dos destinos
sangue das rochas
leite das pedras
semente das grotas
Água batismo dos crentes
lava pecado injúrias
promessas de ausentes
retorna apesar do esquecimento...
fervente és promessa nos embriões
Água dos olhos espelham estrelas
desejo de navegar entre as melenas das ondas
e vendavais
só os secos olhares esquecem de ti ....
ausentes de si ... virgínia f. além mar 29/03/2007
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Aquosidades dia Mundial das Águas -
         * virgínia além mar


Vim das águas
dos olhares úmidos
enamorados de meus pais
lembro-me ...
das aquosidades
do encontro de sêmem, óvulo
como ? não sei
sei que lembro
do amor que fizeram meus
pais num dia de Natal
num aquoso cálice doce /rubro nutri-me
útero carinho, caminho
ao mar salguei-me
azulei-me
então canto pois
as águas para que meus descendentes ouçam
murmúrios sêmem,
sementes dos homens aprendizes
das águas de nós ao além
ouço as águas de mim
meus fluídos ensinam-me a ser mais Rio
indo além mar e além de mim
ao celeste volejar dos corações ardentes...
Louvo as Águas em ti, em nós e
E ao Planeta Água meu querer bem 


“Não posso sentar perto de um riacho sem cair num devaneio profundo, sem rever a minha ventura... Não é preciso que seja o riacho da nossa casa, a água de nossa casa. A água anônima sabe todos os segredos. A mesma lembrança sai de todas as fontes.” ( Gaston Bachelard A Água e os Sonhos. Ensaio sobre a Imaginação da Matéria)....“os regatos e os rios sonorizam com estranha fidelidade as paisagens mudas, que as águas ruidosas ensinam os pássaros e os homens a cantar, a falar, a repetir, e que há, em suma, uma continuidade entre a palavra da água e a palavra humana” .“..A água, agrupando as imagens, dissolvendo as substâncias, ajuda a imaginação em sua tarefa de desobjetivação, em sua tarefa de assimilação. Proporciona também um tipo de sintaxe, uma ligação contínua das imagens, um suave movimento das imagens que libera o devaneio preso aos objetos (…) (GB)

O Dia Mundial da Água foi criado pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas através da resolução A/RES/47/193 de 22 de Fevereiro de 1993, declarando o dia 22 de Março de cada ano como o Dia Mundial das Águas. http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=45431

Friday, March 09, 2007

Sylvia Plath




2/


Sylvia Plath
Estancamento no escuro

E então o fluir azul e insubstancial

De montanha e distância.
Leoa do Senhor como nos unimos

Eixo de calcanhares e joelhos!...

O sulco
Afunda e passa, irmão

Do arco tenso

Do pescoço que não consigo dobrar.
Sementes

De olhos negros lançam escuros

Anzóis...
Negro, doce sangue na boca,

Sombra,Um outro vôo
Me arrasta pelo ar...

Coxas, pêlos;Escamas e calcanhares.

BrancaGodiva, descasco

Mãos mortas, asperezas mortas.
E então

Ondulo como trigo, um brilho de mares.

O grito da criança
Escorre pela parede.

E eu

Sou a flexa,
O orvalho que voa,

Suicida, unido com o impulso

Dentro do olho
Vermelho, caldeirão da manhã.
(tradução de Ana Cândida Perez e Ana Cristina César)
vídeo youtube Sylvia - Paixão Além de Palavras

Imanência



Imanência/transc


Ponte sobre a relva

pétalas ao léu

Sede do tempero

sol/ mar

apogeu
Percorre esfinge

sem trégua n ’olhar

cem léguas antes do sol se pôr

Recriado horizonte

Deslizam aquarelas

Acendem-se os flocos da manhã

na dança circular ...

In/manta Arco/íris solmarolhar...
bebendo nuvens
lambendo estrelas
colorindo sonhos , asas...

Tuesday, February 13, 2007




cosmologia

"Zaratustra é um dançarino -: como aquele que tem a mais dura e terrível percepção da realidade, que pensou o ‘mais abismal pensamento', não encontra nisso objeção alguma ao existir, sequer ao seu eterno retorno – antes uma razão a mais para ser ele mesmo o eterno Sim a todas as coisas, ‘o imenso ilimitado Sim e Amém” (Nietzsche in Ecce Homo Pg 90 Companhia das Letras)

“Eu só poderia crer num Deus que soubesse dançar." ( Friedrich Nietzsche em "Assim Falou Zaratustra

Friday, February 09, 2007

"...pescar luz.."


A moça na janela
Diante do olhar morninho da tarde, em revoada, as garças cobriam a velha árvore deitada sobre o rio Muriaé.


A moça na janela desfiava a tarde em mil promessas vindas de nascimentos absurdos. Onde o medo? Onde a dúvida de ontem? Onde a sombra? Primeiro a frestra,



agora sabe pescar luz.
Agora tudo é som, cheiro e cores.
Agora tudo é caminho.(Luciana Pessanha Pires)




Thursday, January 18, 2007

devires ... Sopros II liberta/ação

devires ... Sopros II

libert/ação

arte/sanal/mente
remover impurezas
estigmas
cicatrizes
recriar
beleza
através do FOGO ardente
transformação
juntar restos estilhaços
cacos
como finos grãos de areia
pela magia do fogo
liquificar
purificar
reinventar
esculpir
tingir
moldar
SOPRAR
brincar...

virgínia além mar (peixe voador )
17 jan 2007
Foto > ARTE em Vidro
Devires...Sopros

Saturday, December 30, 2006

2007....vôolhares ...




"....
do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
.... quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atirar-se
...
— ó delicioso vôo!
......
miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
..... indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
......
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
......
para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA..."
( Esperança /Mário Quintana /Texto extraído do livro
"Nova Antologia Poética",
Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 118 )


Olhar 2007

_fulber/cronica_elogio_a_pandora.htm
agradecimentos, desejos e além..
Foto

Thursday, December 14, 2006

O Pássaro, esse pássaro





O Pássaro, esse pássaro



( T.A. Antze poeta Basco )

SE EU LHE TIVESSE CORTADO AS ASAS
ELE TERIA SIDO MEU
NÃO TERIA VOADO PARA LONGE...



MAS, ENTÃO,
JÁ NÃO SERIA MAIS UM PÁSSARO
E ERA O PÁSSARO QUE EU AMAVA.
( tradução Carlos Freire in Babel de Poemas , pg141) art- virgínia além mar dez- 2006

( video gaivotas em vôo)

Sunday, December 10, 2006

Sentidos



"(…)Algum dia fará sentido parar
Descobrir(...)
E como sinal
Um olhar para o mesmo mar com a diferença
Que tomado acalenta
Outros pedidos
Não entendidos(...)
Ali se consegue
Nascer
E seguir
"
( Alice Valente Alves)

"SENTIR a vida " ".....o poético nada cala, e nada o torna a assediar. Pois o que sempre é recalcado e calado é a morte. Aqui ela é actualizada no sacrifício do sentido. O nada, a morte, a ausência, é abertamente dita e resolvida: finalmente a morte está manifesta, finalmente, está simbolizada, ao passo que é apenas sintomática em todas as outras formações de discurso...."
******************************
A água aparece-nos assim como um ser total, que tem um corpo, uma alma, uma voz, e é isso que faz dela uma realidade poética completa. As vozes da água são vozes metafóricas, a sua linguagem é uma realidade metafórica directa, as ribeiras, as fontes, os rios ou o mar sonorizam e dão vida a paisagens mudas. Foi Gaston Bachelard que escreveu que “as águas ruidosas ensinam os pássaros a cantar, os homens a falar, a repetir”, e que há “continuidade entre a palavra da água e a palavra humana”.( Excertos do prefácio de DUARTE LIMAdo Livro "ÁGUAS CRUZADAS I - Poesia e Fotografia")

Foto > Mar Morro das Pedras Florianópolis SC/Brasil/ com vista para Ilha Campeche /virgínia f.além mar


Saturday, December 09, 2006

nua



"...Da vida queria as mais nuas, as mais suas ! ..."

"...Envolta em linho
ainda eu que
cresci
criei asas
por entrega sincera Ingênua Transparência /Decência
Em ser e me dar (AMAR) a mim / a ti
E ao mar! " virgínia além mar in

"O homem é livre na exata medida em que tem o poder para existir e agir segundo as leis da natureza humana (...), a liberdade não se confunde com a contingência. E, porque a liberdade é uma virtude ou perfeição, tudo quanto no homem decorre da impotência não pode ser imputado à liberdade. Assim, quando consideramos um homem como livre, não podemos dizer que o é porque pode deixar de pensar ou porque possa preferir um mal a um bem (...). Portanto aquele que existe e age por uma necessidade de sua própria natureza, age livremente (...). A liberdade não tira a necessidade de agir, mas a põe" (TP, II, 7 e 11).ESPINOSA no "Tratado Político"

Imagem > Salvador Dali
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Devires
Além mar virgínia

Poemares


Poemares
mar não separa
repara une salga
ensina nadar

no horizonte
descansa olhar verão
visões alto mar

no vento brinca
vela sorriso balão
voa coração

virgínia além mar in
imagem > Salvador Dali

Thursday, November 16, 2006

a Pedra ...Fonte d ´água - a Pedra...










Sísifo negociou um segredo por uma fonte dágua

e por amor a vida enganou Hades e viveu mais

um pouco....
"...quando ele viu novamente a face do seu mundo, gozou a água e o sol,
as pedras quentes e o mar, não quis mais retornar à escuridão infernal...."

( Albert Camus O Mito de Sísifo )












“ Só há um problema filosófico verdadeiramente sério: o suicídio. Julgar se a vida merece ou não ser vivida é responder uma questão fundamental da filosofia. O resto, se o mundo tem três dimensões, se o espírito tem nove ou doze categorias, vem depois. Trata-se de jogos; é preciso primeiro responder.
E se é verdade, como quer Nietzsche, que um filósofo, para ser estimado, deve pregar com o seu exemplo, percebe-se a importância dessa reposta, porque ela vai anteceder o gesto definitivo. São evidências sensíveis ao coração, mas é preciso ir mais fundo até torná-las claras para o espírito. Se eu me pergunto por que julgo que tal questão é mais premente que tal outra, respondo que é pelas ações a que ela se compromete. Nunca vi ninguém morrer por causa do argumento ontológico. Galileu, que sustentava uma verdade científica importante, abjurou dela com a maior tranqüilidade assim que viu sua vida em perigo. Em certo sentido, fez bem. Essa verdade não valia o risco da fogueira. Qual deles, a Terra ou o Sol gira em redor do outro, é-nos profundamente indiferente.” (Alber Camus O mito de Sísifo)



" A verdadeira generosidade para com o futuro consiste em dar tudo ao presente ! " A. Camus -




“Não existe pátria para quem desespera e, quanto a mim, sei que o mar me precede e me segue, e minha loucura está sempre pronta. Aqueles que se amam e são separados podem viver sua dor, mas isso não é desespero: eles sabem que o amor existe. Eis porque sofro, de olhos secos, este exílio. Espero ainda. Um dia chega, enfim... “(Do mar bem perto )


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index in outubro 08


Albert Camus foi escritor e filósofo, (ver-Albert Camus em Portugues) conhecido por tornar o O mito de Sísifo a melhor representação do absurdo da vida humana. Morreu em um desastre de automóvel, com o bilhete de trem no bolso. Resolvera aceitar a carona de um amigo, que espatifou o carro contra uma árvore. Amante dos esportes, contraiu tuberculose muito jovem. A forma como viveu e como morreu, parecem comprovar a tese do absurdo.





Albert Camus
*Reinério Luiz Moreira Simões

entre o sol e o calor da peste,

um jovem escreve sobre o homem

sem rio sagrado ou Jerusalém celeste.




a mãe não fala porque desconhece

o poder das palavras.

0 pai teve morte inútil na guerra

(todas as mortes inúteissobre o palco inútil da terra)




o jovem bebe vinho

e banha-se no mar,

até perder os pulmões

sem saber o motivo.




passou o resto da vida

sem razão para estar vivo.

alguns de seus pares

reconheceram a beleza dura,

o tropel de suas palavras.


ganhou o Prêmio Nobel

(ainda sem saber o motivo).




morreu esmagado contra uma árvore.

um anjo bêbado que passava pelo local

fechou os olhos de Camus

e perdoou

mais um fracasso de

Deus.
(Publicado no Suplemento Literário de Minas Gerais, n° 1292, julho de 2006

Foto > Cachoiera <>


Monday, November 06, 2006

Driblando as trevas ....manoelita/mente ..






"Os rios começam a dormir pela orla,
vaga-lumes driblam a treva.
Meu olho ganhou dejetos,
vou nascendo do meu vazio,
só narro meus nascimentos...”
(Manoel de Barros)

Fotos > Recanto Virgínia além mar
recanto do " peixe voador " NHamburgo/RS/Brasil

e um Salvador Dali espetacular !