
"....
do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
.... quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atirar-se
...
— ó delicioso vôo!
......
miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
..... indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
......
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
......
para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA..."
( Esperança /Mário Quintana /Texto extraído do livro
"Nova Antologia Poética",
Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 118 )
Olhar 2007
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agradecimentos, desejos e além..
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