O Nordestão é o nome de uma corrente de vento forte e incômoda, comum no litoral do Rio Grande do Sul. Mas é graças a ela que Irineu Felipe Flores Júnior, 42 anos, espera conseguir em breve uma redução significativa na conta de energia elétrica de sua farmácia. O empresário do município de Imbé, no litoral norte gaúcho, tem no quintal do seu estabelecimento uma turbina eólica mais popularmente conhecida como cata-vento. Com três hélices, a turbina fica no alto de um poste de 13 metros, suporta ventos de 180 km/h e gera 1 kWh. As baterias armazenam o suficiente para abastecer uma casa por 72 horas de uso contínuo, sem reabastecimento pelo vento. O gasto com o sistema varia entre R$ 13 mil e R$ 23 mil. A instalação na loja de Júnior foi feita no dia 8 de fevereiro. Até agora, os computadores de caixa e as máquinas de cartões de crédito e débito são alimentadas pelo vento. A idéia é expandir a rede a todos os pontos de consumo do local. Se depender do vento, energia não deve faltar."
Para Eletrobrás, energia eólica terá maior participação na matriz nacional nos próximos anos
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O tempo é curto na área do clima, artigo de Washington Novaes "anseios ...pás de vento acenando mágicas lembranças sonhos desde a infância;
mover remover revolver devolver desenvolver...imagens que fazem bem ao coração
circulam ares abrangem mares...catar ventos custa menos que produzir guerras....... abraços afetuosos, virgínia -http://www.eolica.com.br/
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