Saturday, April 24, 2010
23 de ABRIL & A Força da Escrita ...
Thursday, April 15, 2010
ÍNDIO - virgínia além mar
Xavantes - Notas de Viagem
Saturday, April 10, 2010
Noturno * virgínia além mar
véu de brumas desfeito
acalentam peitos
cintilam entre sonhos primeiras
vontades, saudades
fadigas de eternidades...
realçam como em chamas de velas
olhares escapulidos
beijos estalidos
uma imensidão de quirelas
são de vidas partidas
de encontros e despedidas
edificados sentidos ...
ante o cintilar das estrelas...
quem somos ?
pouco quase nada
parcela elementar ...?
Friday, April 09, 2010
Victor Hugo e Alfonsina...

Victor Hugo e Alfonsina
* virgínia além mar
Numa carência absurda
recebe a gentileza crucial
assim esbelta
Alfonsina dá de ombros
ao chamado do mar...
Publicado no Recanto das Letras em 09/04/2010Código do texto: T2187611
Ouvinte
* virgínia além mar
A arte me deflora
Esculpe a pele
Dilacera as vísceras
Corrói os ossos...
Em um corpo sem órgãos
transformo-me
Torno-me
Sopro ouvinte
que ainda
entre os bambus
algum gemido
produz...
Publicado no Recanto das Letras em 09/04/2010Código do texto: T2187623
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Alfonsina Y El Mar -Mercedes Sosa
Composição: Ariel Ramirez / Felix Luna
Por la blanda arenaQue lame el marSu pequeña huellaNo vuelve másUn sendero soloDe pena y silencio llegóHasta el agua profundaUn sendero soloDe penas mudas llegóHasta la espuma.
Sabe Dios qué angustiaTe acompañóQué dolores viejosCalló tu vozPara recostarteArrullada en el cantoDe las caracolas marinasLa canción que cantaEn el fondo oscuro del marLa caracola.
Te vas AlfonsinaCon tu soledad¿Qué poemas nuevosFuíste a buscar?Una voz antigüaDe viento y de salTe requiebra el almaY la está llevandoY te vas hacia alláComo en sueñosDormida, AlfonsinaVestida de mar.
Cinco sirenitasTe llevaránPor caminos de algasY de coralY fosforescentesCaballos marinos haránUna ronda a tu ladoY los habitantesDel agua van a jugarPronto a tu lado.
Bájame la lámparaUn poco másDéjame que duermaNodriza, en pazY si llama élNo le digas que estoyDile que Alfonsina no vuelveY si llama élNo le digas nunca que estoyDi que me he ido.
Te vas AlfonsinaCon tu soledad¿Qué poemas nuevosFueste a buscar?Una voz antiguaDe viento y de salTe requiebra el almaY la está llevandoY te vas hacia alláComo en sueñosDormida, AlfonsinaVestida de mar.
Saturday, April 03, 2010
existencialismo

A mente deprimida não vê sentido em nada e cai no estiololamento
já a mente quando sadia também não vê sentido na existencia,
entretanto esta não tenta encontrar um sentido e vive o aqui e agora
aceitando o que pode ser mudado, agindo e interagindo, embora a
complexidade da vida não deixe de despertar curiosidade e excitação.
virgínia
afirma Sartre, não é possível ver na consciência algo distinto do corpo: Este não é uma coisa que se liga exteriormente à consciência; pelo contrário, é constitutivo da própria consciência. A consciência é, estruturalmente, intencional e, portanto, relação com o mundo; o corpo exprime a imersão no mundo, característica da existência humana. O corpo é um centro, em relação ao qual se ordenam as coisas do mundo e, por isso, constitui uma estrutura permanente que torna possível a consciência. Sartre vai mais longe em sua interpretação, dizendo que o corpo é a própria condição da liberdade. Não existe liberdade sem escolha e o corpo é precisamente a necessidade de que haja escolha, isto é, de que o homem não seja imediatamente a total idade do ser. O corpo é, por conseguinte, tanto a condição da consciência como consciência do mundo, quanto fundamento da consciência enquanto liberdade.