
Saturday, September 29, 2007
domenico
"se as coisas fazem sentido, precisamos de pouquíssimas coisas. Mas são aquelas que nos dão tanta alegria. As coisas que nos dão mais alegria são as que menos custam. Por exemplo, a amizade, o amor, o convívio, a brincadeira, a diversão, a ironia, a introspecção, estar um pouco com si só, o ato de contemplar as coisas, as árvores, as nuvens, os pássaros, o mar. Tudo isso é de graça. Nós perdemos esse sentido porque estamos sempre com pressa, acumulamos, acumulamos, mas se desacelerarmos, conseguimos dar ritmo à nossa vida, a vida fica riquíssima e parece muito longa, tão longa que passamos a não ter medo da morte." (Sociologo Domenico di Masi ) adoro este itliano!
Wednesday, September 26, 2007
Wednesday, September 19, 2007
Tuesday, September 18, 2007
José Wilker Espetacular entrevista sobre Cinema- cultura-conheimento
Ator José Wilker fala de cinema, teatro e TV
e sobretudo de CONHECIMENTO - um quase discuroso emocionado
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM732169-7822-ATOR+JOSE+WILKER+FALA+DE+CINEMA+TEATRO+E+TV,00.html
segunda parde José Wilker fala da diferença entre cultura e conhecimento http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM732170-7822-JOSE+WILKER+FALA+DA+DIFERENCA+ENTRE+CULTURA+E+CONHECIMENTO,00.html
ESPETACULAR.. ASSISTI NESTA MADRUGADA
E ACHEI JÁ DISPONÍVEL....
BJS,
virgínia
e sobretudo de CONHECIMENTO - um quase discuroso emocionado
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM732169-7822-ATOR+JOSE+WILKER+FALA+DE+CINEMA+TEATRO+E+TV,00.html
segunda parde José Wilker fala da diferença entre cultura e conhecimento http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM732170-7822-JOSE+WILKER+FALA+DA+DIFERENCA+ENTRE+CULTURA+E+CONHECIMENTO,00.html
ESPETACULAR.. ASSISTI NESTA MADRUGADA
E ACHEI JÁ DISPONÍVEL....
BJS,
virgínia
Monday, September 17, 2007
- olhares...
baseado na obra autobiográfica de Isak Dinesen (o pseudônimo de KAREN BLIXEN
Trilha Sonora “Concerto for clarinet e orchestra in A (K.622)” Escrita por Wolfgang Amadeus Mozart Interpretada por Jack Brymer, Clarinet, The Academy of St. Martin-in-the-Fields Directed by Neville Marriner“Sonata in A major (K.331) 'Rondo alla turca'” Escrita por Wolfgang Amadeus Mozart Interpretada por András Schiff“Sinfonia concertante in E flat major for violin & viola (K.364)” Escrita por Wolfgang Amadeus Mozart Interpretada por The Academy of St. Martin-in-the-Fields, Alan Loveday, violin e Stephen Shingles, viola Directed by Neville Marriner“Three divertimenti (K.136,137,138)” Escrita por Wolfgang Amadeus Mozart Performed The Academy of St. Martin-in-the-Fields Directed by Neville Marriner“Auld Lang Syne”“God Save the King”
Karen Blixen)
Oscar 1986 (EUA)
Vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Direção de Arte e Melhor Som.
Indicado nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Klaus Maria Brandauer), Melhor Atriz (Meryl Streep), Melhor Figurino, Melhor Edição.
Globo de Ouro 1986 (EUA)
Venceu nas categorias de Melhor Filme - Drama, Melhor Trilha Sonora Original - Cinema e Melhor Ator Coadjuvante - Cinema (Klaus Maria Brandauer).
Indicado nas categorias de Melhor Diretor - Cinema, Melhor Atriz de Cinema - Drama (Meryl Streep) e Melhor Roteiro - Cinema.
BAFTA 1987 (Reino Unido)
Vencedor nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia e Melhor Som.
Indicado nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Klaus Maria Brandauer), Melhor Atriz (Meryl Streep), Melhor Figurino e Melhor Trilha Sonora.
Prêmio César 1987 (França)
Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Prêmio Eddie 1986 (American Cinema Editors, EUA)
Indicado na categoria de Melhor Edição de Cinema.
Academia Japonesa de Cinema 1987 (Japão)
Indicado como Melhor Filme Estrangeiro.
Prêmio David di Donatello 1986 (Itália)
Venceu nas categorias de Melhor Atriz Estrangeira (Meryl Streep) e Melhor Filme Estrangeiro.
Oscar 1986 (EUA)
Vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Direção de Arte e Melhor Som.
Indicado nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Klaus Maria Brandauer), Melhor Atriz (Meryl Streep), Melhor Figurino, Melhor Edição.
Globo de Ouro 1986 (EUA)
Venceu nas categorias de Melhor Filme - Drama, Melhor Trilha Sonora Original - Cinema e Melhor Ator Coadjuvante - Cinema (Klaus Maria Brandauer).
Indicado nas categorias de Melhor Diretor - Cinema, Melhor Atriz de Cinema - Drama (Meryl Streep) e Melhor Roteiro - Cinema.
BAFTA 1987 (Reino Unido)
Vencedor nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia e Melhor Som.
Indicado nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Klaus Maria Brandauer), Melhor Atriz (Meryl Streep), Melhor Figurino e Melhor Trilha Sonora.
Prêmio César 1987 (França)
Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Prêmio Eddie 1986 (American Cinema Editors, EUA)
Indicado na categoria de Melhor Edição de Cinema.
Academia Japonesa de Cinema 1987 (Japão)
Indicado como Melhor Filme Estrangeiro.
Prêmio David di Donatello 1986 (Itália)
Venceu nas categorias de Melhor Atriz Estrangeira (Meryl Streep) e Melhor Filme Estrangeiro.
Thursday, September 13, 2007
PLANTAR CRAVOS, AMORES-PERFEITOS ...na borda do vazio existencial.

<...Ser falante pode ser praga, mas ser escrevente é bênção.
É um dos possíveis destinos da pulsão.
De vida? De morte? O poeta não vive tais dicotomios...>
Uma que leve embora essa angústia, o solúço engasgado. Uma que traga de volta o sonho. Poesia é tentativa de realização de desejos. Difusos, confusos mesmo, os sentimentos só serão entendidos pelo autor depois. Depois de dar à luz sua poesia. ...(PSI-Gloria Leal Gloria Leal in Poesia: O Real e o Simbólico )
Escrever poesia é lidar com o mistério sem o compromisso, alías impossível, de explicá-lo.
Escrever como quem inspira (um verso) e expira (outro verso).
Exercício respiratório, associação livre de idéias, catarse, espasmo, orgasmo, seja o que for, faz bem.
Apesar do sofrimento de não conseguir dizer o que se deseja.
Como sempre. Apesar de o desejo não se inscrever, realiza-se, por alguns instantes,
o desejo de fazer uma poesia.
Plantar amores-perfeitos, narcisos e bromélias na borda do vazio existencial.
Lacan diz que em toda forma de sublimação o vazio será determinante e que toda arte
se caracteriza por um certo modo de organização em torno desse vazio.
Sublinha a importância da linguagem por lidar com o significante que
é "aquilo que, na ordem das artes, confere sua primazia à poesia."
Bachelard afirma que compete ao poeta “o dever de ensinar-nos a
Bachelard afirma que compete ao poeta “o dever de ensinar-nos a
incorporar as impressões de leveza em nossa vida,
Os poetas trazem para o espaço do papel a
cosmicidade das imagens que evocam recordações
e devaneios, canalizando memória e imaginação na
essência das imagens poéticas. Assim, a poesia
passa a ser “uma força de síntese para a existência
humana” (BACHELARD, 2001: 119)
O Poeta une a imaginação e a memória, revelando
estados da alma e, ao mesmo tempo, sendo convite
ao devaneio poético: “o poeta dá à imagem
um destino de grandeza” (2001: 168 )
“a faculdade de formar imagens da realidade; é a faculdade de formar imagens que ultrapassam a realidade, que cantam a realidade” (2002: 18).
A poesia constitui a matéria-prima para uma
fenomenologia da alma, pois suscita imagens A imaginação faz
a correspondência entre as imagens e as palavras
e, nesta associação, o poema é uma fonte de evocação da memória e da recordação.
Estudar as imagens da infância pela obra literária e pela palavra poética é uma
forma de adentrar neste universo misterioso da imaginação simbólica, pois a arte
é portadora de vozes que repercutem ecos ontológicos, voz que ecoa os tons da natureza
e do homem: espelho da humanidade.
A poesia é uma força de síntese para a existência
humana” (BACHELARD, já que a poesia possibilita analisar a infância de forma tão mágica, que traz para o espaço do poema o mesmo maravilhamento da infância vivida..
BACHELARD,Gaston. A água e os Sonhos: Ensaio sobre a imaginação da matéria.São Paulo: Martins Fontes, 2002. 2001: 119)
A poesia é uma força de síntese para a existência
humana” (BACHELARD, já que a poesia possibilita analisar a infância de forma tão mágica, que traz para o espaço do poema o mesmo maravilhamento da infância vivida..
BACHELARD,Gaston. A água e os Sonhos: Ensaio sobre a imaginação da matéria.São Paulo: Martins Fontes, 2002. 2001: 119)
Terceira Natureza ? Amizade à VIDA ...

Louvo e glorifico momentos de encontros legitimamente alegres, enquanto poéticos, repletos de encantamentos, onde as mais densas emoções encontram-se sublimadas e
o ser respira, COMUNGA livremente com a dança do UniVERSO ... Louvo para que no Cosmo expandam-se também os contentamentos humana -mentes possíveis ... *virgínia além mar * set-2007
pois que < temos a ARTE para q. a verdade n. nos destrua... Nietzsche
'Se, com Spinoza, entendemos por Ética a determinação de estratégias
de ação, nossa época de hipertecnificação defronta-se com dilemas éticos
ingentes. Selecionar valores que favoreçam a vida, redefinir o sentido do
que é ser humano - eis o desafio que nos cabe enfrentar. ' [Luiz Alberto
Oliveira físico, doutor em Cosmologia, Prof. De Filosofia da Ciência RJ]
imagem 1- internet /imagem 2- foto virgínia-NH-RS Brasil
Wednesday, September 12, 2007
POÉTICAS... Manifestações

*além mar virgínia *
nas penas, nos sonhos
o ser alado desperto ...
espreita, faminta Águia
que de iguarias alimenta-se
Poetas, alquimistas do silêncio
inquitantes sentimentos
planam entre passageiras nuvens...
eis-me aí
entre colibris,
andorinhas e falcões...
Espírito presentifica-se
IMAGEM .Olívio Fidélis Obra MUSEO DE IMAGENS DO INCONSCIENTE.
Monday, September 10, 2007
Saturday, September 08, 2007
devires primaveris & ...PESQUISAR...
“ Devir abelha, borboleta...devir poeta...
“A identidade do sujeito é o produto de um agenciamento que faz ressoar níveis, fases, estágios. De repente, ao ver uma criança, uma súbita vontade de subir numa árvore nos invade. Nosso corpo não é o mesmo de um minuto atrás. Trata-se de um devir-criança, que o Ocidente racional teima em fazer calar em nome da permanência do homo economicus. Mas não é só ele: devir-planta, devir-mulher, devir-nômade, devir-cósmico, etc”( Jacques Gauthier O que é pesquisar – Entre Deleuze-Guattari e o candomblé pensando mito, ciência, arte e culturas de resistência)
POST ANTERIOR - COMPLEMENTAR http://alemmarpeixevoador.blogspot.com/2006_10_01_archive.html
Eliana de Freitas > Adorei. Penso que uma nação se faz da coragem que seus integrantes têm de comprometer-se com a palavra: pensá-la, propagá-la, empenhá-la e garanti-la. Com certeza esse compromisso traz o desenvolvimento em todos os níveis, aquele, que tanto buscamos.
Wednesday, September 05, 2007
Saturday, September 01, 2007
SENTIDOS
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